Busco o silêncio na calma, que a escuridão do peito já não dá corda ao coração. Achei-me perdida sem o teu preceito; sem quereres, dás asas ao meu preconceito e roubas-me a razão.
Busco o silêncio da procura que não sei mais fazer, e as palavras que gasto, que o sonho enche de desgosto, quero cegá-las de prazer.
porque não respondes se digo ter-te sonhado? Foram em vão esses suspiros que gastei ao tê-lo falado.
Não volto a dizê-lo. Não volto a expor o meu subconsciente, mesmo que sonhar-te seja aquilo que por momentos tenho de melhor na vida.
Se um dia te souberes amado como te amei nesse sonho, serás tu homem, cheio de vida, repleto de tudo. É apenas esse tudo que te desejo, que te amem tanto quanto eu te sonhei.
E estes desejos soltos, que só eu sei, não mais os exponho, espero, espero não o fazer, espero não o querer, e espero deixar de ceder à vontade que acordo depois do sonho. Tudo porque é quando sei o que mais quero. Tudo porque é quando mais quero.
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