Não vais achar bem que peça o pouco que resta da tua presença. Sabes que, de outra forma, não te quereria aqui. O cheiro a café com canela inunda o que resta dos meus pensamentos solitários em França. Sem estar à espera, descobri Paris no recanto de um café, e nele a vontade de te ter aqui.~
Sei que não vais achar bem que reclame o pouco que resta da tua presença. Virei aqui todos os dias para te procurar um pouco mais, para te enamorar, para me enamorar.
Talvez fique só para te ver na poesia que escrevo, na esperança de te tocar entre as palavras que não encontro. Talvez fique só para te sentir. Talvez fique só.
terça-feira, 2 de abril de 2013
sábado, 1 de dezembro de 2012
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Não te pertences,
Nem ao tempo.
Inventei-te um poema
Onde a métrica é o teu beijo,
Não o soubeste ler.
Fizeste-me declará-lo nos teus lábios,
Crescente no desejo
De te ter.
Não te pertences,
Não pertences a ninguém.
Levas o desejo
De quem não sabe se se tem.
Ficas com o poema,
Porque nada mais sabes reter,
Nem a vontade que sei que tens,
De te rever.
Nem ao tempo.
Inventei-te um poema
Onde a métrica é o teu beijo,
Não o soubeste ler.
Fizeste-me declará-lo nos teus lábios,
Crescente no desejo
De te ter.
Não te pertences,
Não pertences a ninguém.
Levas o desejo
De quem não sabe se se tem.
Ficas com o poema,
Porque nada mais sabes reter,
Nem a vontade que sei que tens,
De te rever.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
domingo, 16 de setembro de 2012
Quase me apetece ser doce
Ao teu olhar.
Mas não me ames.
Prefiro ser o nada ao teu pesar.
Mas quem és tu?
A música que não toca no meu silêncio.
Ao teu olhar.
Mas não me ames.
Prefiro ser o nada ao teu pesar.
Mas quem és tu?
A música que não toca no meu silêncio.
Não me ames.
Se quiseres podes ser louco
Inventar-me um mundo novo..
Mas não penses que é pouco,
Só não me ames.
Deixo-te querer o que não quero,
Diz-me porque erro,
Mas não me ames.
Se quiseres podes ser louco
Inventar-me um mundo novo..
Mas não penses que é pouco,
Só não me ames.
Deixo-te querer o que não quero,
Diz-me porque erro,
Mas não me ames.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
O jardim já recebe o Outono aos poucos.
Vem de Norte e diz procurar por quem não sente.
Quem não sente não se diz gente
Aos olhos de quem não vê,
Mente.
Não sei pisar esse jardim.
Tal como tu, libertas-te desalojado de desejos.
Chamas-lhe, tu, beijos
Que não dás.
Nem nada do que o Outono te traz:
Bocejos.
Ladrilhas o chão pisado com passos longos
Onde ainda poucas folhas estão.
Rezas os teus passos sem andar,
E Ficas a olhar,
Para veres como eles se dão.
O jardim já recebe o Outono aos poucos.
Fecha as suas portas.
Sem verdades.
Deixa os segundos loucos,
Sem vontades,
O vento não se perde em ruas tortas,
E as mentiras sobrepostas no caminho
Rezam por ti folhas que se pagam,
Apagam, devagarinho.
Chamas-lhe, tu, beijos
Que não dás.
Vem de Norte e diz procurar por quem não sente.
Quem não sente não se diz gente
Aos olhos de quem não vê,
Mente.
Não sei pisar esse jardim.
Tal como tu, libertas-te desalojado de desejos.
Chamas-lhe, tu, beijos
Que não dás.
Nem nada do que o Outono te traz:
Bocejos.
Ladrilhas o chão pisado com passos longos
Onde ainda poucas folhas estão.
Rezas os teus passos sem andar,
E Ficas a olhar,
Para veres como eles se dão.
O jardim já recebe o Outono aos poucos.
Fecha as suas portas.
Sem verdades.
Deixa os segundos loucos,
Sem vontades,
O vento não se perde em ruas tortas,
E as mentiras sobrepostas no caminho
Rezam por ti folhas que se pagam,
Apagam, devagarinho.
Chamas-lhe, tu, beijos
Que não dás.
domingo, 12 de agosto de 2012
Culpas-me de medir
A geometria dos teus passos
Quando não me vês.
E de tornar
Os sentimentos mais escassos
No seu invés.
Culpas-me de te querer sorrir,
Aos poucos,
Em gestos que não sei tocar,
De tornar
Os segundos loucos,
Do tempo que não sei contar.
Foi o vento quem te disse
Ou a água que não chove?
A geometria dos teus passos
Quando não me vês.
E de tornar
Os sentimentos mais escassos
No seu invés.
Culpas-me de te querer sorrir,
Aos poucos,
Em gestos que não sei tocar,
De tornar
Os segundos loucos,
Do tempo que não sei contar.
Foi o vento quem te disse
Ou a água que não chove?
Subscrever:
Mensagens (Atom)